Acta n.º 7
Aos dias três do mês de Junho do ano dois mil e seis, pelas onze horas e trinta minutos, reuniu a Assembleia-Geral da Associação Família Marista – Portugal, no anfiteatro da paróquia da Caranguejeira, concelho de Leiria, estando presentes vinte e cinco associados. A Ordem de trabalhos indicada na convocatória de vinte e sete de Abril do mesmo ano foi a seguinte:
1 – Leitura e votação da Acta da Assembleia Geral anterior (4 Junho 2005).
2 – Sancionamento da inscrição de associados.
3 – Apresentação, discussão e votação dos Relatórios da Direcção relativos ao exercício do ano 2005.
4 – Apresentação do Relatório de Contas e Balanço e parecer do Conselho Fiscal.
5 – Apresentação da/s lista/s candidata/s aos Órgãos Associativos no triénio 2006-2009.
6 – Votação e contagem dos votos.
7 – Tomada de posse dos membros eleitos para os Órgãos Associativos.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto prévio – Constituição da Mesa – Por falta dos membros da Mesa da Assembleia-Geral a Mesa foi constituída ad hoc pelos seguintes associados: Manuel Silva Mendes, Secretário; Adelino Rodrigues Gaspar, Vogal; José Jesus Órfão, Presidente. O Presidente da Mesa assim constituída cumprimentou todos os presentes, referiu que a Assembleia-Geral agora reunida era uma reunião anual importante porque fechava um ciclo, pois se iriam eleger novos elementos para os órgãos associativos e declarou aberta a sessão. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto Um - Leitura e votação da Acta da Assembleia Geral anterior (4 Junho 2005) – O Presidente da Mesa solicitou ao Secretário que procedesse à leitura da acta da última Assembleia-Geral, realizada em Ermesinde no dia 4 Junho 2005. Após a leitura, foi posta à discussão e foi votada, tendo sido aprovada por unanimidade. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto Dois – Sancionamento da inscrição de associados. – O associado Albertino Rodrigues informou que foram inscritos quatro novos associados: Manuel Valdegas, José Costinha, Pedro Durão e César Rodrigues. Questionada, a Assembleia não levantou objecções à aceitação dos novos associados. Posta à votação, a admissão dos associados foi aprovada por unanimidade. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto Três – Apresentação, discussão e votação dos Relatórios da Direcção relativos ao exercício do ano 2005. O Presidente da Mesa deu a palavra ao Manuel Rosário Carvalho, Presidente da Direcção cessante. Este saudou todos os presentes, em especial os Irmãos Maristas e todos os que ali estavam depois de uma viagem longa e de seguida fez a apresentação do Relatório das Actividades desenvolvidas ao longo do ano 2005. Realçou o esforço da Direcção na consecução dos objectivos da Associação e o espírito de colaboração dos membros da Direcção em todas as actividades promovidas. Enumerou as reuniões da Direcção, o Encontro e almoço realizado na Fundação de Serralves no dia 15 Outubro 2005, a elaboração do Regulamento Interno, a preparação da circular de Natal enviada aos associados e a manutenção do ‘Site’. Após a apresentação agradeceu a colaboração dada pelos membros da Direcção, o apoio recebido da Congregação Marista e cumprimentou ainda os associados José Jesus Órfão e José Manuel Pinto pela organização e logística do Encontro e o Horácio Alfaiate e família pelo apoio dado na realização das reuniões da Direcção realizadas na sua casa em Caldelas e o Artur Duque pelo esforço que desenvolveu na manutenção do site da Associação. Agradeceu àParóquia da Caranguejeira a cedência das instalações para a Reunião e a utilização da Igreja para celebração da Eucaristia. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto Quatro – Apresentação do Relatório de Contas e Balanço e parecer do Conselho Fiscal. O associado Albertino Reis, Tesoureiro da associação, apresentou o relatório de Contas e Balanço relativo ao exercício do ano 2005. O Presidente da Mesa pediu ao conselho Fiscal para dar o Parecer sobre o Relatório de Contas e Balanço, uma vez que o Parecer não tinha sido apresentado por escrito. O Presidente do conselho Fiuscal, José Órfão, referiu que não lhe foram apresentados os Relatórios com antecedêncoia, motivo pelo qual não elaborou o Parecer. Considerou que o Relatório, Balanço e Contas foram apresentados com clareza e detalhe, que os registos estavam correctos, sem erros e não originando dúividas, pelo que era de parecer que o Relatório de Contas e Balanço relativo ao ano 2005 estava em condições de ser aprovado. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto Cinco – Apresentação da/s lista/s candidata/s aos Órgãos Associativos no triénio 2006-2009. O Presidente da Mesa fez a leitura dos nomes constantes na Lista Candidata que lhe foi entregue, solicitando aos associados que se levantassem quando nomeados.
Mesa da Assembleia Geral
Manuel do Rosário Carvalho, Presidente
Vidal Augusto Rodrigues Minga, V-Presidente
João Abreu Lopes, Secretário
Direcção
José Serafim Tavares dos Santos, Presidente
Inácio Pinto do Rosário, V-Presidente
Ir Manuel Gonçalves Silva,PromotorEspiritual
Joaquim Charters Monteiro, Secretário
Francisco Conceição Oliveira, Tesoureiro
Jorge Manuel Gomes Conceição, Vogal
José Manuel Pinto, Vogal
Mercedes Rebelo, Vogal
Henrique Palma Nogueira, Vogal
Conselho Fiscal
José de Jesus Órfão, Presidente
Luís Branco da Silva, Vogal
António Guilherme P. d’Oliveira Martins, Vogal
O associado José Serafim, incluído na Lista para o cargo de Presidente da Direcção, pediu ao Presidente da Mesa para regularizar a situação da inscrição e liquidação das quotas, o que lhe foi concedido. O Presidente da Direcção cessante falou do empenho e apoio da Direcção à constituição da nova lista e fez uma apresentação formal dos elementos constituintes com particular ênfase para o Presidente da Direcção da Lista Candidata. Disse que a lista candidata lhe oferecia garantias de desenvolver um trabalho sério e eficaz. - - - - - - - -
Ponto Seis – Votação e contagem dos votos. Passou-se à votação da Lista e contagem dos votos. Apuraram-se zero votos contra, zero votos brancos ou nulos e vinte e cinco votos a favor. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto Sete – Tomada de posse dos membros eleitos para os Órgãos Associativos. O Presidente da Mesa declarou eleita a lista candidata e congratulou-se pela unanimidade da votação. Convidou os membros da lista eleita a subirem à Mesa e, na sua competência, declarou-os legítimos membros dos Órgãos Associativos da Associação Família Marista Portugal. Pediu aos novos Órfãos para dirigirem a Assembleia e saiu da Mesa. A Assembleia aplaudiu os novos membros dos Órgãos Associativos. O Presidente da Direcção eleita tomou a palavra e saudou todos os presentes, especialmente o Presidente da Direcção cessante e referiu que tinha conhecimento do trabalho feito pela Direcção cessante ao longo de dois mandatos consecutivos. Referiu que iq continuar a trabalhar e q empenhar-se pelo desenvolvimento da Associação e pelo alargamento a outros grupos de antigos alunos Maristas. Disse que apresentaria um plano de actividades detalhado a todos os associados mais tarde. Marcou a primeira reunião da direcção para o dia vinte e seis de Junho do corrente ano. Depois de informado que mais ninguém solicitara a palavra, deu por encerrada a Assembleia-Geral. E nada mais havendo a tratar, foi encerrada a presente acta que, depois de lida e aprovada, foi assinada pelos membros que contituíram a Mesa. - - - - - - - -
O Secretário, Manuel Silva Mendes
O Vogal, Adelino Rodrigues Gaspar
O Presidente da Mesa, José Jesus Órfão
Acta n.º 6
Aos dias quatro do mês de Junho do ano dois mil e cinco, pelas doze horas e trinta minutos, meia hora após a primeira convocatória, por não se ter verificado o número exigido de associados à hora inicialmente marcada, reuniu a Assembleia-Geral da Associação Família Marista traço Portugal, no Lar Marista de Ermesinde, sob a Presidência do associado José Custódio Costinha de Sousa, Primeiro Secretário, em substituição do Presidente da Assembleia-Geral, Manuel Oliveira Carreira, ausente por razões justificadas, tendo como Secretário o associado César Duque Rodrigues, Segundo Secretário da mesma lista e, para completar a mesa, ofereceu-se o associado Manuel Silva Mendes, Secretário da Direcção. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
O Presidente da Mesa Saudou os presentes, agradeceu as presenças que, apesar de serem em número reduzido, proporcionaram um convívio animado nos momentos que precederam esta Assembleia. O Ir. Domingos Lopes, actual Presidente da Direcção do Lar Marista de Ermesinde, acolheu com generosidade todos quantos chegaram a esta casa marista. Foram lembradas datas e colegas, experiências e testemunhos de vida marista, e ainda colégios e juvenatos frequentados ao longo da vivência familiar e profissional. Posto este preâmbulo, o Presidente da Mesa pôs à consideração dos presentes a Ordem de Trabalhos que foi aprovada por unanimidade, pelo que se deu de imediato, início aos trabalhos:
Ponto 1 – Leitura e aprovação do projecto de Acta da Assembleia Geral de dois mil e quatro. Tendo sido lida, a acta foi aprovada por unanimidade. - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 2 – Sancionamento de novos associados. Em momento anterior a esta Assembleia Geral, tinham efectivado a sua inscrição e o pagamento de quotas, três asociados: José Costinha, Manuel Lage Valdegas, César Duque Rodrigues, tendo sido admitidos com aplauso e confirmada a sua capacidade para orientação dos trabalhos desta Assembleia Geral. - - - - - - - - - - - - -
Ponto 3 – Apresentação do Relatório de Actividades, Balanço e Contas da Direcção e o correspondente Parecer do Conselho Fiscal relativos ao exercício do ano 2004. Não estando presente o Presidente da Direcção, coube ao Francisco Oliveira, Vice-presidente, a apresentação dos referidos relatórios. Foram prestados os esclarecimentos solicitados e aceites algumas sugestões com promessa de virem a ser estudadas e implementadas se e quando possível, a saber: sugestão para que as quotas possam ser pagas através de transferência bancária e legalização para que possam ser deduzidas nos impostos; sugestão para que estes Encontros também possam ser divulgados através dos canais televisivos; implementação de troca sistémica de correspondência dirigida aos dinamizadores regionais via correio tradicional ou informático. Os relatórios, que serão anexados a esta acta, foram votados com os seguintes resultados: Relatório de Actividades – maioria, com uma abstenção; Relatório de Balanço e Contras – maioria, com uma abstenção; Relatório do Conselho Fiscal – unanimidade; Plano de Actividades para 2004-2005 – unanimidade. - - - - - - - - - - - - - - - - -
O Presidente da Mesa agradeceu a colaboração de todos os presentes e desejou um tempo aprazível de convívio e de revitalização dos laços necessários nos nossos projectos. E nada mais havendo a tratar, encerrou-se a sessão, da qual se lavrou a presente acta que, depois de lida e aprovada, vai ser assinada pelo Presidente da mesa e por mim que a secretariei.
Acta n.º 5
Aos dias vinte e quatro do mês de Abril do ano dois mil e quatro, pelas doze horas e cinco minutos, meia hora após a primeira convocatória por não se ter verificado o número exigido de associados à hora inicialmente marcada, a saber onze horas e trinta e cinco minutos, reuniu em Assembleia-Geral a Associação Família Marista – Portugal, sigla AFM traço Portugal, no Hotel Três Pastorinhos, em Fátima, sob a presidência do associado Luís Branco da Silva, na qualidade de Vice-presidente, em substituição do Presidente Manuel Oliveira Carreira que, tendo chegado mais tarde, se juntou à Mesa como segundo Secretário, e secretariada pelo Manuel da Silva Mendes, também na qualidade de secretário em substituição do associado César Duque Rodrigues, ausente por motivos previamente justificados. O Presidente da mesa saudou os associados agradecendo também a disponibilidade para participar na Assembleia. De seguida, pôs à consideração dos associados a Ordem de Trabalhos da reunião. Não havendo ninguém que tivesse levantado qualquer objecção relativamente à mesma, a Ordem de Trabalhos foi aprovada por unanimidade.
Deu-se então início aos trabalhos:
Ponto 1 – Leitura e aprovação do projecto de Acta da Assembleia Geral de 2003. Procedeu-se à leitura da acta respeitante à Assembleia Geral de 2003, enviada via correio pelo Secretário da Assembleia Geral, Silvino Borges. Posta à votação, a mesma foi aprovada por unanimidade. - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 2 – Sancionamento dos associados inscritos – Não tendo havido novas inscrições, este ponto foi ultrapassado, não sem antes se ter lamentado o facto. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 3 – Apresentação do Relatório de Actividades, Balanço e Contas da Direcção e do correspondente Relatório do Conselho Fiscal referentes ao ano 2003 – O Presidente da Direcção começou por agradecer à equipa organizadora deste encontro todo o empenho para concretizar esta reunião. Agradeceu, também, a todos os elementos da Direcção e do Conselho Geral cessantes o trabalho desenvolvido.
De seguida deu a conhecer aos associados o Relatório de Actividades levadas a efeito durante o ano 2003, salientado os pontos marcantes:
- A Direcção reuniu duas vezes, em vinte e sete de Setembro e em treze de Março para reflexão e preparação do encontro nacional.
- Louvou o esforço dos organizadores do Encontro da Caranguejeira, José Manuel Pinto e José Órfão, pela qualidade do serviço e sucesso que teve.
- Lembrou o trabalho de algumas Secções Regionais ou de grupos de interesse que já têm dinamizado encontros locais e manifestam a intenção de continuar a fazê-lo.
- Referiu ainda que tem realizado reuniões com um grupo de antigos alunos dos Colégios Maristas que pretendem reagrupar-se e, eventualmente, inserir-se na Associação Família Marista, do que resultaria um crescimento desejável, mas, sobretudo, maior dinamismo para a concretização de uma grande Família Marista, mais abrangente, na qual estivessem inseridos todos quantos foram, e os que vão sendo educados no ideário marista.
- No âmbito de encontros regionais, frisou o dos associados do Centro Sul, nos Casais Lagartos, Cartaxo, em casa do associado Inácio Rosário.
- As aulas e acolhimento aos imigrantes recomeçaram no início do ano lectivo, coordenadas em Benfica pelo Ir. Manuel Ruas, em Carcavelos pelo professor Albano e na Benedita pelo Joaquim Maurício.
- O site da AFM – clix.to/afmarista – foi-se desenvolvendo e melhorando graças à intervenção do associado Artur Duque.
- Os Estatutos foram finalmente aprovados em vinte e três de Setembro de dois mil e três, assinados pelos associados Manuel da Silva Mendes, Luís Nunes Lourenço e Albertino Rodrigues dos Reis, no Cartório Notarial de Gondomar.
- Sobre este assunto, agradeceu ao associado José Manuel Pinto que voluntariou para custear as despesas feitas com a Escritura Notarial.
- Atendendo à ideia de candidatura a uma Instituição Particular de Solidariedade Social e a elaboração de um Regulamento Interno, prevê-se a intervenção jurídica de um perito.
- Foi lançado o desafio, na sequência da formação conjunta Irmãos e Leigos, para q organização de uma excursão em finais de Julho, princípios de Agosto, aos lugares das origens maristas, solicitando-se aos interessados a sua inscrição. Numa destas sessões de formação, o associado Francisco Oliveira, Vice-presidente, apresentou um trabalho em Power Point sobre a Associação Família Marista – Portugal.
Posto à votação, o Relatório de Actividades foi aprovado por unanimidade.
O Tesoureiro apresentou o relatório de Balanço e Contas referente ao exercício do ano 2003, tendo sido afixado o respectivo balancete. Lido o relatório do conselho Fiscal pelo respectivo Presidente, José Órfão, o Balanço e Contas de 2003 foram aprovados por unanimidade. - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 4 – Apresentação, apreciação e votação do Plano de Actividades e Orçamento para 2004 – O Presidente da Direcção apresentou e explanou o Plano de Actividades, apontando:
- Viabilidade de se organizar uma IPSS. Este ponto suscitou bastantes dúvidas sobre a valência a implementar, a especificidade da Associação, a identidade dos associados – apenas os da Associação Família Marista ou a de outros fora dela, os objectivos e outras questões justificadamente apresentadas pelos associados. Ao argumento de um associado sobre a não necessidade de se criar ou de substituir a AFM-P por uma instituição destas, o Presidente esclareceu não se tratar de substituir mas de fundar uma IPSS com objectivos sociais dirigidos aos nossos associados. Apesar de este assunto necessitar de ser bem pensado e amadurecido, nem todos os associados concordaram com a necessidade de levar essa pretensão em frente. Não se chegará a conclusões definitivas sem se ponderar profundamente o assunto, que exige um grupo de base forte, na opinião do Irmão Leal.
- Quanto aos Estatutos, pretende-se expurgar e clarificar alguns pontos menos claros e/ou desnecessários.
- Mais do que nunca, queremos e devemos promover o crescimento da associação, abrindo a participação aos alunos dos colégios – os antigos e os actuais.
- Teremos de descobrir meios de dinamizar os Encontros Nacionais e locais. No sul está previsto um em casa do Manuel Rodrigues.
- Quanto a orçamentos, pretende-se aumentar o número de associados para consolidação de fundos, prevendo-se, na medida do possível, assegurar as despesas correntes que se têm reduzido ao pagamento de fotocópias e correio e, com pequenas quantias, quando possível, para qlgum caso concreto de solidariedade, sempre imprevisível mas limitando-nos àquilo que se pode; para correio e fotocópias, os valores rondarão os trezentos euros. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 5 – Outros assuntos – Neste ponto, foram apresentadas algumas ideias sobre assuntos já falados e outros diferentes, a saber:
- Antigos alunos dos colégios: o associado Charters Monteiro, antigo aluno do Colégio Champagnat, manifestou a ideia que sensibilizar os antigos alunos não é tarefa fácil pois já passou muito tempo, mas que isso não é razão para desanimar. Um antigo aluno do Externato Marista, Regojo, está a tentar reunir alguns colegas. O Presidente da Direcção bem como os outros membros, estão interessados em colaborar com estas iniciativas afim de reunir esforços para consolidar a Família Marista.
Província Compostela: O Ir. Leal saudou os presentes e trouxe notícias maristas actualizadas, sobretudo da nova Província Marista Compostela em que Portugal foi integrado. O Provincial é o Ir. Primitivo Gonzalez e estará de visita em Lisboa brevemente; a sede da Província é em Valladolid; as prioridades da Província são: oferecer caminhos aos jovens; avançar na solidariedade com os menos favorecidos; construção da província em unidade e em pluralidade; criação de novas comunidades, de novas missões de estilo mais aberto. No plano interno, o Ir. Leal lembrou que as casas maristas se concentram em Fátima uma vez por ano e, este ano será no dia um de Maio. Informou ainda que têm decorrido em Portugal acções de formação (já foram quatro) destinadas a Irmãos e Leigos; no final desta primeira etapa, pretende-se organizar uma Peregrinação a Hermitage (custo estimado rondando os trezentos e oitenta euros) com pessoas desses grupos ou não, o que seria em Julho Agosto de dois mil e cinco.
Fundação Champagnat: tem a missão de organizar e apoiar projectos de solidariedade, passou por uma crise directiva já resolvida.
Angola: Comemora este ano o cinquentenário e continua fortemente ligada a Portugal.
O último livro do Irmão António Dias: “Santuários da Mãe de Deus”.
Site da Província: champagnat.org/pt/200000006.htp.
E nada mais havendo a tratar, encerrou-se esta sessão, da qual se lavrou a presente acta que, depois de lida e aprovada, vai ser assinada pelo Presidente da Mesa e por mim que a secretariei. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Carlos Guerra (Presidente)
Silvino Borges (Secretário)
Acta n.º 4
Aos dias dez do mês de Maio do ano dois mil e três, pelas onze horas e trinta minutos, reuniu a Assembleia-Geral da Associação Família Marista traço Portugal, sigla AFM-P, no Centro Paroquial e Cultural da Caranguejeira, presidida pelo César Duque, na qualidade de Vice-Presidente, em substituição do Presidente, Carlos Guerra, que não pode estar presente e secretariada pelo Silvino Borges e José Carlos Silva. O César abriu a sessão cumprimentando os presentes e agradecendo o interesse de todos. De seguida pôs à consideração dos associados a Ordem de Trabalhos desta reunião. Não tendo ninguém levantado qualquer objecção relativa à mesma, esta foi aprovada por unanimidade. Deu-se então início aos trabalhos: - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 1 – Leitura e aprovação do projecto de Acta da Assembleia Geral de 2002 – Procedeu-se à leitura da acta referente à Assembleia Geral de 2002. Posta à votação, a mesma foi aprovada por maioria, com uma abstenção. O Presidente da Direcção aproveitou a ocasião para dar a conhecer que a colecta para a reconstrução do Colégio Marista de Goma, Zaire, rendeu 203,00 euros.
- - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 2 – Sancionamento dos associados inscritos – O Tesoureiro, Albertino Reis, deu a conhecer à Assembleia a situação actual dos associados inscritos, informando haver doze novas inscrições. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 3 – Apresentação, apreciação e votação do Relatório de Actividades, Balanço e Contas da Direcção e do correspondente Relatório do Conselho Fiscal referentes ao ano 2002 – O Presidente da Direcção, Manuel Rosário Carvalho, começou por agradecer a todos os membros cessantes da Direcção e da Assembleia o empenho demonstrado no trabalho desenvolvido. De seguida deu a conhecer aos associados as actividades levada a acabo durante o ano 2002. congratulou-se com o Encontro realizado na Benedita em 2002, que considerou um sucesso. Fez referência aos vários encontros e iniciativas realizadas durante o ano 2002. Posto à votação, o Relatório de Actividades foi aprovado por unanimidade.
O Tesoureiro deu a conhecer o Balanço e Contas referente ao ano 2oo2, sendo distribuído o respectivo Balancete a todos os associados. Posto à votação, o Balanço e Contas respeitantes ao ano 2002 foram aprovados por unanimidade. Não foi apresentado o relatório do Conselho Fiscal. - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 4 – Apresentação, apreciação e votação do Plano de Actividades e Orçamento para 2003 – Uma vez que esta Direcção está em fim de mandato, decidiu-se que este ponto fosse apresentado pela Direcção que for eleita para o triénio 2003-2006. no intuito de facilitar a ultimação das listas concorrentes ao acto eleitoral decidiu-se ainda, por unanimidade, passar ao último ponto da convocatória: Ponto 8 – Outros assuntos - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 8 – Outros assuntos – O Maurício questionou a razão da morosidade da realização da escritura e criação dos estatutos da nossa associação. O Jorge Lage disse que estamos a formar uma Associação específica e não genérica. Sugeriu que se devem introduzir outros atractivos nas nossas reuniões tais como a parte cultural e lúdica a fim de atrair mais gente. Teceu ainda outras considerações para sermos melhores pessoas no dia a dia.
O Manuel Carvalho esclareceu algumas dificuldades e complexidade sobre os nossos estatutos. Falou ainda de duas ordens de clausulado, uma mais geral a incorporar nos Estatutos e outra mais específico, esta mais passível de ser incluída num regulamento interno. Respondendo ao Lage disse que a Direcção tem feito o possível por cativar as pessoas.
O Maurício reconheceu a lacuna de não termos sabido encontrar maneira de manter activas as nossas esposas e filhos durante as reuniões. Lamentou ainda que não estejam cá ex-colegas do ultramar. Disse ainda que deixou de leccionar emigrantes do Leste por dificuldades pessoais.
De seguida tomou a palavra o Jorge Conceição, dizendo que a contestação é benéfica, seja em casa, seja nas empresas ou na nossa associação. Concorda com o Lage em que se devem criar atractivos para cativar mais pessoas, quer sejam na vertente lúdica, quer sejam na animação e convívio.
Falou de seguida o Artur Duque, referindo que nos últimos quatro anos pouco ou nada mudou nas nossas reuniões. Sente que tem havido falta de projectos que nos mobilizem. Disse ainda que há vantagens em que a nossa Associação seja IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social).
Após acesa discussão, ficou decidido que na próxima Assembleia Geral seja realizada no dia 24 de Abril de 2004, em Fátima ou perto de Fátima, sendo os anfitriões o Francisco Oliveira e o Américo Mota. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 5 – Apresentação de Listas e respectiva programação e esclarecimentos – Foi apresentada apenas uma Lista candidata aos Órgãos associativos, designada por Lista A, constituída pelos seguintes associados:
Assembleia Geral:
Presidente – Manuel Oliveira Carreira
Vogal – José Custódio Costinha Sousa
Vogal – César Duque Rodrigues
Direcção:
Presidente – Manuel Rosário Carvalho
Vice-presidente – Francisco Conceição Oliveira
Secretário – Manuel Silva Mendes
Tesoureiro – Albertino Rodrigues Reis
Cons. Espiritual – Ir. António Leal
Vogal – José Manuel Pinto
Vogal – Joaquim Charters Monteiro
Vogal – Jorge Manuel Gomes Conceição
Vogal – Luís Nunes Lourenço
Conselho Fiscal
Presidente – José Jesus Órfão
Vogal – Luís Branco da Silva
Vogal – Adelino Rodrigues Gaspar
Foi entregue à Mesa, por esta Lista, um documento escrito, com as Linhas Programáticas para o triénio, com o seguinte teor:
1- Regulamento Interno.Reconversão dos Estatutos anteriores. Grupo de Trabalho.
2- Candidatura a IPSS (com apoio técnico).
3- Crescimento e expansão da Associação: apontar para triploicar o número de associados.
4- Disponibilizar-se para reflectir com a Fongregação os desafios, estratégias e acção a desenvolver.
5- Olhar para dentro: - solidariedade com membros carenciados ou em dificuldades conjunturais; - projecto de espiritualidade para que o pretender, através do site, por exemplo.
6- Perspectivar a organização de uma excursão aos lugares das origens maristas. (No próximo ano, centrar esforços nas alíneas 1 e 2, sem esquecer as outras e no Encontro Nacional e Encontro Regional Centro e Sul). - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 6 – Momento eleitoral – O acto eleitoral decorreu de forma ordeira, tendo votado apenas os associados que tinham as quotas em dia - - - - - - - - -
Ponto 7 – Divulgação dos resultados das eleições e tomada de posse da nova Direcção – Procedeu-se à contagem dos votos: a Lista A e única, obteve dezanove votos a favor, zero abstenções e nulos, e zero votos contra. Foi investida de imediato pela Mesa com aplauso dos presentes. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
E nada mais havendo a tratar, a Assembleia Geral foi dada por encerrada e da mesma se lavrou esta Acta que a descreve de forma fidedigna e que, depois de lida, vai ser assinada pelo Vice-presidente da Mesa e por mim que a redigi. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
César Duque Rodrigues
Silvino Borges, Secretário
Acta n.º 3
Aos dias quatro do mês de Maio do ano dois mil e dois, pelas onze horas, reuniu a Assembleia-Geral da Associação Família Marista – Portugal, sigla AFM, na localidade da Benedita, presidida pelo Carlos Guerra e secretariada pelo Silvino Borges e Manuel Carreira. O Presidente abriu a sessão cumprimentando os presentes e agradecendo o esforço feito por cada um para estar presente. De seguida pôs-se à consideração da Assembleia a Ordem de Trabalhos indicada na Convocatória, não tendo sido levantadas objecções relativas à mesma e tendo sido aprovada por unanimidade. Deu-se então início aos trabalhos:
1 – Leitura e aprovação da Acta da Assembleia Geral de 2001. Procedeu-se à leitura da acta referente à Assembleia Geral de 2001. Posta à votação, a mesma foi aprovada por maioria, com uma abstenção. - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 2 – Sancionamento dos associados inscritos – O Tesoureiro, Albertino Reis, deu a conhecer à Assembleia a situação actual dos associados inscritos. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 3 – Apresentação do Relatório de Actividades, Balanço e Contas da Direcção e do correspondente Relatório do Conselho Fiscal referentes ao ano 2001 – O Presidente da Direcção, Manuel Rosário Carvalho, informou a Assembleia sobre as actividades realizadas durante o ano 2001. Posto à votação, o Relatório de Actividades foi aprovado por unanimidade.
O Tesoureiro deu a conhecer o Balanço e Contas referente ao exercício no ano 2001, sendo distribuído o respectivo Balancete a todos os associados. Na falta do Relatório do Conselho Fiscal, o José Órfão, na qualidade de membro do mesmo Conselho, deu o parecer de viva voz, favorável à aprovação do Relatório de Contas e Balanço relativos ao ano 2001. Posto à votação, o Balanço e Contas respeitantes ao ano 2001 foram aprovados por unanimidade. - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 4 – Apresentação, apreciação e votação do Plano de Actividades e Orçamento para 2002 – O Presidente da Direcção, Manuel Rosário Carvalho, apresentou o Plano de Actividades para o ano 2002. Sugeriu que o Encontro do próximo ano seja na região de Braga ou Ermesinde.
O Maurício disse que deve sair desta reunião o local do próximo encontro. Falou ainda do trabalho exaustivo que tiveram os organizadores deste encontro. Lamentou a falta de adesão dos associados, questionando-se sobre a razão para tal. Disse ainda que o cônjuge do sócio é considerado sócio também.o Artur Duque disse que algumas actividades vão surgindo ao longo do ano, tal como aconteceu no ano passado com o ensino aos imigrantes oriundos dos países do Leste. Falou ainda sobre a mais valia que eles representam para o nosso país.
O Lourenço falou sobre dois casos de sucesso de imigrantes do Leste em Santarém.
O Órfão sugeriu que o encontro do próximo ano seja na região de Leiria/Fátima.
O Maciel alertou para o facto de que já está marcado um outro encontro marista em Fátima no dia 3 Maio 2003, pelo que o nosso não deverá ser marcado no mesmo dia.
O Manuel Carvalho explicou que os cônjuges só são sócios efectivos depois de se inscreverem e devendo pagar a respectiva jóia e quotas. Caso contrário, serão considerados sócios simpatizantes, não podendo participar nas votações.
O Luís Branco expôs alguns motivos pelos quais considerou vantajoso o próximo encontro ser realizado na região de Leiria.
O Maurício disse que havia vantagens em que o mesmo fosse em Ermesinde.
A proposta do Manuel Carvalho e do Maurício, quanto ao local da próxima reunião, foi retirada, tendo a Assembleia decidido que o próximo encontro será na Caranguejeira e ficando já nomeados o Órfão e o Pinto os organizadores.
O Manuel Carvalho sugeriu que se fizesse uma colecta para ajudar a reconstrução de um Colégio Marista em Goma, Zaire.
Nada mais havendo a tratar, a Assembleia Geral foi dada por encerrada e da mesma se lavrou a presente acta que depois de lida vai ser assinada pelo Presidente da Mesa e por mim que a redigi. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Carlos Guerra (Presidente)
Silvino Borges (Secretário)
Acta n.º 2
Aos dias oito do mês de Abril do ano dois mil e um, pelas onze horas, reuniu em Assembleia-Geral a Associação Família Marista traço Portugal, sigla AFM-P, no Colégio Marista de Carcavelos, presidida pelo Carlos Guerra e secretariada pelo Silvino Borges e Manuel Carreira. O Presidente abriu a sessão saudando os presentes e deu início aos trabalhos. Procedeu-se à leitura da acta anterior. Posta à votação foi a mesma aprovada por unanimidade. De seguida pôs-se à consideração da Assembleia a Ordem de Trabalhos, não tendo ninguém levantado qualquer objecção relativa à mesma pelo que foi aprovada por unanimidade. Pasou-se então aos pontos incluídos na Ordem de Trabalhos: - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 1 – Apreciação e votação do Relatório de Contas referentes ao ano 2000 – O Presidente da Direcção, Manuel Rosário Carvalho, teceu algumas considerações gerais sobre este assunto. De seguida o Tesoureiro, Albertino Reis apresentou detalhadamente as receitas e despesas inseridas no relatório. O Presidente da Mesa, Carlos Guerra, leu o parecer favorável do Conselho Fiscal. Posto à votação, o Relatório de Contas respeitantes ao exercício no ano 2000 foi aprovado por unanimidade. - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 2 – Apreciação e votação da proposta de revisão dos Estatutos apresentada pela Direcção – O Presidente da Direcção, Manuel Rosário Carvalho explicou as démarches efectuadas com vista ao aperfeiçoamento dos Estatutos, em vários aspectos. Referiu ainda que esta revisão propõe um texto que se deveu à preciosa ajuda do Luís Branco da Silva e de uma jurista, filha de um associado. O Albertino Reis frisou que algumas das alterações foram feitas com o objectivo de possibilitar a candidatura a eventuais subsídios no futuro. Posto à votação, o projecto de aperfeiçoamento dos Estatutos foi aprovado por unanimidade. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 3 – Medidas para aumentar o número de associados e a colaboração de todos – Dada a natureza deste ponto, muitos foram os associados que intervieram. O Lívio de Morais sugeriu que deveriam ser distribuídas cópias dos Estatutos e impressos de adesão a fim de melhor sensibilizar futuras adesões. O Mendes esclareceu que quem quiser inscrever-se não precisa, necessariamente, de impressos. O Órfão disse que a Associação tem que levar um abanão. Sugeriu que na lista dos antigos alunos e respectivas direcções, deveriam constar o nome dos Colégios e as datas de frequência de cada um. Disse também que se deveria fazer uma selecção dos nomes, pois há muitos que já deram a entender que não estarem minimamente interessados. Teceu algumas considerações para sensibilizar os mais novos. O Ir. Carneiro insistiu na necessidade em inscrever novos associados no momento em que surja a oportunidade e não deixar para o dia seguinte. O Ir. Teófilo reforçou a ideia de encontros locais a fim de angariar novos associados. O Manuel Carvalho disse que os mailings se devem enviar para todos, apesar das despesas e sugeriu, até, se necessário, fazer contactos pessoais ou telefónicos. O Órfão disse que em futuros mailings se deveria fazer uma pergunta no sentido de descobrir aqueles que não estão interessados a fim de serem eliminados das listas. O Artur Duque considerou que a escolha de Lisboa e a data do Congresso não foram as melhores. Disse que as reuniões em Leiria costumam ser mais concorridas. O Irabílio sugeriu que as reuniões deveriam ter lugar em fins de Aril, início de Maio. O Lívio sugeriu reuniões de um dia com calendarização e localização atentas. O Francisco Oliveira considerou que pode não haver resultados imediatos mas está esperançado que haverá resultados no futuro. O Ir. Teófilo propôs uma data fixa da reunião anual no último sábado de Abril. O Ir. Carneiro disse que é mais importante o lugar que a data. O Carreira considerou que os Irmãos são associados por inerência e, portanto, benvindos. Disse ainda que não devem excluir-se as esposas das reuniões da Associação. De seguida foram apresentadas duas proostas de datas para os encontros anuais: proposta A, do Irmão Teófilo, sugerindo o último sábado de Abril de cada ano. Proposta B, do Órfão, para que seja no último sábado de Setembro. Postas à votação, foi aprovada a proposta A com 19 votos, tendo a proposta B obtido 9 votos e verificaram-se duas abstenções. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 4 – Actualização de ficheiros – O Mendes convidou os presentes a actualizarem as moradas e a acrescentarem os dados que julgassem convenientes tais como números de telefone, e-mail, etc.. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 5 – Outros assuntos – O Lívio sugeriu haver vantagem em os filhos dos associados comparecerem nos encontros e reuniões da Associação, podendo inclusive, fazerem-se encontros de jovens com ctividades próprias, paralelas às nossas. Apresentou ainda várias propostas de logótipos para a associação. O Ir. Domingos agradeceu a presenºa de todos e manifestou a sua satisfação. Solicitou aos presentes que, caso tivessem alguma memória ou recordação com interesse sobre a pessoa do Ir. Miguel, que comunicassem ao Provincial. De seguida tomou a palavra o Presidente da Federação dos Antigos Alunos Salesianos, nosso convidado de honra. Começou por agradecer o convite que lhe foi endereçado e expressou, sensibilizado, vários aspectos sobre a nossa associação referindo, contudo, notar a falta dos mais jovens. Comparou a maneira de trabalhar da Associação dele com a nossa, realçando os aspectos em comum. Ofereceu, de seguida, uma carta ao Provincial, dirigida a todos os antigos alunos maristas, carta essa escrita pelo Reitor dos Salesianos, entretanto falecido. - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ponto 6 – Propostas locais para os próximos encontros nacionais – O Ir. Teófilo propôs encontros nacionais anuais dois anos seguidos e um Congresso de dois dias ao terceiro ano. Assim os Congressos seriam de três em três anos coincidindo com as eleições para os Órgãos Associativos. Foi posta a votação sendo aprovada por unanimidade.
De seguida tomou a palavra o Presidente da Mesa, Carlos Guerra, que chamou a atenção da Direcção para o facto de não existir um Plano de Actividades para o ano em Curso e sugeriu que, de futuro, o mesmo fosse elaborado anualmente. O Presidente da Direcção referiu que o Plano estava incluído no Relatório apresentado pela Direcção, embora não bem individualizado. O Presidente da Mesa sugeriu que, de futuro, fosse elaborado separadamente. Nada mais havendo a tratar, a Assembleia foi dada por encerrada e, da mesma foi lavrada esta Acta, a qual, depois de lida, vai ser assinada pelo Presidente e por mim que a redigi. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Carlos Guerra (Presidente
Silvino Borges, (Secretário)
ACTA Nº 1
Aos vinte e nove dias do mês de Abril do ano de dois mil, pelas dez horas e trinta minutos, no Anfiteatro do Hotel de São Francisco, na cidade de Chaves, reuniram todos os participantes no Encontro de Irmãos Maristas, de antigos Irmãos e Juvenistas realizado nos dias vinte e oito, vinte e nove e trinta do mês de Abril do ano dois mil na cidade de Chaves, sendo a Mesa constituída por três elementos: Carlos Manuel da Silva Guerra, que presidiu, Irmão Teófilo Rodrigues Minga, Assistente espiritual e representante da Congregação Marista, e Manuel da Silva Mendes, que secretariou.
Os participantes do encontro votaram, em primeiro lugar, o nome da associação «Associação da Família Marista – Portugal», abreviadamente designada por AFM-P; em segundo lugar, aprovaram o Projecto dos Estatutos; em terceiro lugar foi aprovado o valor da jóia e da quota anual a pagar pelos associados: jóia três mil escudos, quota anual três mil escudos. A seguir foi apresentada uma lista para constituir os Órgãos Sociais da Associação, procedeu-se formalmente à discussão e votação da mesma. Desta votação foram eleitos os primeiros Órgãos Sociais da AFM-P com a missão prioritária de preparar a documentação necessária para o registo e legalização da Associação, bem como o Congresso de Carcavelos no próximo ano.
As listas dos Órgãos Sociais propostas, foram as seguintes:
Ø ASSEMBLEIA GERAL
o Presidente: Carlos Manuel Silva Guerra
o Vice Presidente: César Duque Rodrigues
o 1º Secretário: Silvino Amorim Sousa Borges
o 2º Secretário: José Carlos Santos Silva
Ø CONSELHO FISCAL
o Presidente: Raul Silva Leite
o Vogal: Jorge Manuel Gomes da Conceição
o Vogal: José de Jesus Órfão
Ø DIRECÇÃO
o Presidente: Manuel do Rosário Carvalho
o Vice Presidente: Francisco da Conceição Oliveira
o Secretário: Manuel da Silva Mendes
o Tesoureiro: Albertino Rodrigues dos Reis
o Vogal: Norberto António Silva Guerra
o Vogal: José Manuel Pinto
Procedeu-se à votação das listas, tendo os resultados sido os seguintes:
Ø Contra 0 (zero)
Ø Abstenções 0 (zero)
Ø A favor Unanimidade e aplauso
Após a votação, a Mesa da Assembleia Geral empossou os órgãos da lista eleita, facto que deverá constar de Acta a registar em livro próprio. Intervenções e actividades verificadas no encontro constarão de um Relatório a elaborar posteriormente.
E nada mais havendo a tratar, encerrou-se esta sessão, da qual se lavrou a presente acta que, depois de lida e aprovada, vai ser assinada pelos três elementos que constituíram a Mesa desta Assembleia Geral.
................................................
Manuel da Silva Mendes
................................................
Teófilo Rodrigues Minga
...............................................
Carlos Manuel da Silva Guerra